Feliz Que Minha Mãe Esteja Viva | Filme

Feliz que Minha Mãe Esteja Viva (2009)
(Je Suis Heureux que ma Mère Soit Vivante)
  • País: França
  • Classificação: 14 anos
  • Estreia: Abril de 2011
  • Duração: 90 min.

Em Feliz Que Minha Mãe Esteja Viva (Je suis heureux que ma mère soit vivante, 2009), acompanhamos a busca de Thomas, filho adotivo do casal Annie e Yves Jouvet (Christine Citti e Yves Verhoeven), por sua mãe biológica.

Aos quatro anos, Thomas, vivido então por Gabin Lefebvre, é abandonado por Julie Martino (Sophie Cattani), jovem e irresponsável demais para cuidar dele e de seu irmão bebê. O abandono gera em Thomas um sentimento de raiva, que vemos se materializar quando ele chega aos 12 anos, durando até sua vida adulta. A história é contada em recortes de três momentos, mostrando Thomas na infância, pré-adolescência e como jovem adulto de 20 anos, vivido por Vincent Rottiers.

Enquanto aos 12 anos a revolta do menino é aceita e relevada, como um fenômeno normal de tornar-se adolescente, na vida adulta ninguém mais será prejudicado por decisões movidas à raiva a não ser ele próprio. Chega a ser irritante assistir ao personagem agindo de maneira insensata, no melhor estilo “aborrecente”. No entanto, é a irracionalidade de Thomas que move a trama.

Quando reencontra a mãe, ele tenta achar formas de preencher o vazio deixado pelo abandono há tantos anos, e participar de sua vida, passando a morar na casa de Julie. A relação entre os dois desenrola-se de maneira não convencional e é inevitável enxergar ali toques de Édipo, em uma combinação do conceito da psicologia com a tragédia de Sófocles.

Logo no início do filme, percebemos as insinuações edipianas, como na cena em que Julie troca de roupa no apartamento quarto-e-sala em que morava e é observada pelo filho, então com quatro anos. O transitar da câmera por pés, tornozelos e outros vislumbres de pele já preparam o caminho para o sentimento de posse e possíveis situações incestuosas que estão por vir. E, levando em consideração o sofrível encerramento da trama – seria o perdão realmente necessário? -, antes tivéssemos nas telas o dilacerante desfecho trágico da peça passada em Tebas.

Feliz que Minha Mãe Esteja Viva

Fonte: Feliz Que Minha Mãe Esteja Viva | Crítica | Omelete

Ensinando a Viver filme – trailer, sinopse e críticas – Guia da Semana

Ensinando a Viver

Diretor: Menno Meyjes

Elenco: John Cusack

País de origem: EUA

Ano de produção: 2008

Classificação: Livre

Mesmo depois de dois anos da morte de sua mulher, David (John Cusack) ainda não consegue lidar bem com a sua ausência. Quando ela ainda estava viva, eles pensavam em adotar um filho e chegaram a entrar na fila de espera de um orfanato. Agora, chegou a vez de David, mas ele se sente inseguro em criar uma criança e desiste. No entanto, ao perceber que Dennis, o menino que iria adotar, é parecido com ele em sua infância, decide fazer uma tentativa.

Dennis não é como uma criança normal. Ele acredita e diz para todos que está na Terra apenas para uma missão, mas que, na verdade, é um marciano. Tudo o que ele faz é simplesmente para analisar o comportamento humano, tirando fotos e roubando objetos pessoais. Como não age normalmente, por ter sido abandonado por outras famílias, a sua criação se torna bastante difícil. Com ele, David tem que irEnsinando a Viver, enquanto também aprende.

A dificuldade de relacionamento de Dennis faz com que seu novo pai se dedique ao máximo, para lhe transmitir confiança, deixando de lado o rigor. Mesmo assim, o garoto ainda insiste em não ser um simples terráqueo. David, no entanto, tem uma vantagem, ele é um grande escritor de ficção científica, e seu livro mais vendido é sobre seres de outros planetas. Aos poucos, os dois se aproximam e conhecem melhor um ao outro. Porém, eles ainda precisam convencer o assistente social de que são uma família.

Ensinando a Viver é baseado em um conto do escritor David Gerrold, que escreveu o roteiro para vários episódios de Jornada nas Estrelas, dentre outras séries de ficção científica. O filme seria dirigido por Nick Cassavetes, de Alpha Dog, mas quem assumiu a vaga foi Menno Meyjes, com bem menos experiência. No filme, John Cusack é irmão da personagem da atriz Joan Cusack, sua irmã na vida real.

Fonte: Ensinando a Viver filme – trailer, sinopse e críticas – Guia da Semana

GloboNews – Documentário mostra jovens que viveram em abrigos até os 18 anos

Meninos e meninas que viveram anos em entidades de acolhimento precisam ir embora aos 18 anos e muitos não têm para onde ir. A GloboNews foi conhecer esses rostos, saber um pouco da trajetória deles e como pretendem seguir nessa nova etapa, em que, na maioria das vezes, se veem praticamente sozinhos. O medo e a insegurança são características comuns.  “Eu me sinto como aqueles animais que estão em perigo, o pessoal pega, começa a cuidar deles, só que geralmente, eles querem libertar pra vida selvagem. Eu me sinto assim. Eu fui pego numa situação em que eu estava vulnerável e fui. Cuidaram de mim e agora é hora de tomar o meu rumo. Seguir o meu destino”, relata C., de 17 anos, a dois meses da maioridade.O documentário “Meus 18 anos” vai mostrar quem são esses jovens, seus anseios, suas dificuldades, suas impressões sobre o que está por vir e seus sonhos.  A jornalista Maíra Donnici e o repórter cinematográfico Pedro Machado estiveram em diferentes instituições, no Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo. “Apesar dos relatos, é impossível ter a real amplitude do que cada um passou até ser colocado naquelas dependências. O olhar triste, mesmo nas brincadeiras, evidencia o peso que eles carregam”, conta Maíra.Atualmente, 47.104 crianças e adolescentes vivem em abrigos, entidades de acolhimento, lar transitório ou unidade de reinserção social no Brasil. São meninos e meninas que estavam passando por situações de vulnerabilidade, como maus tratos, abusos, negligência familiar, entre outros exemplos, e acabam colocados nessas instituições. Alguns voltam para suas famílias. Mas há casos em que a justiça entende que a reintegração não é possível. “Inicialmente, é feito um trabalho de tentativa de reintegração familiar. Seja com os genitores, seja com a família extensa. Aí é que se vai passar para a destituição do poder familiar e eventual colocação em família substituta”, explica o juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, presidente da Coordenadoria de Articulação das Varas da Infância e da Juventude do Rio de Janeiro /Cevije.No entanto, com o passar do tempo, eles vão perdendo cada vez mais as chances de uma nova oportunidade e acabam passando anos nesses lugares. Até fazerem 18 anos, quando devem ir atrás da independência. A seis meses de completar 18 anos, a estudante R., no acolhimento desde os 12 anos, sofre com a ruptura: “Vai ser um pouco difícil, né? Porque você vai estar saindo de um lugar que você gosta, que você é apaixonada pelas pessoas, não vai estar vendo elas todo dia, não vai ter aquele puxão de orelha todo dia, que você não gosta, mas, ao mesmo tempo, ama. Porque você não vai ter ninguém lá fora pra falar isso como eles falam aqui dentro. Não vai. Você vai ter que se virar sozinha. Vai ter que conhecer o mundo lá fora, querendo ou não. Porque o que a gente não aprende em casa, o mundo ensina. E ensina da pior forma, né?  E, aqui a gente aprendeu muita coisa e aqui a gente vai levar pra vida inteira. Os conselhos, carinho, tudo. Pra vida inteira”, conta R.Dos mais de 47 mil acolhidos, 20.381 têm mais de 13 anos. “O dia dos 18 anos é mitológico. Se fala muito nisso entre eles. Eles falam muito do dia, como se fosse acontecer uma grande mágica. E, de fato, é. Até porque esses que completam 18 anos estão dentro do serviço de acolhimento há vários anos. A vida deles, muitas vezes, foi marcada por muito sofrimento, privações, dores emocionais e físicas, às vezes”, conta Aline do Nascimento, psicóloga do Lar de São José, em Ceilândia, DF, que há anos acompanha os adolescentes nessa etapa tão delicada.A psicóloga Patrícia Mello, gestora do programa Aldeias Infantis SOS Brasília, acrescenta que, a partir dos 15 anos, o adolescente começa a ser preparado para uma vida autônoma e independente, um processo que vai desde a conscientização de que ele precisa andar com as próprias pernas, até a capacitação e inserção no mercado de trabalho. Porém, arrumar um emprego não é tão fácil: “A gente tem um filtro da empresa que está acolhendo esse adolescente e a distorção idade-série dificulta um tanto. Hoje a gente tem adolescentes que têm uma idade de 16, 17 anos, mas que a escolaridade não é favorável”, resume.

Em São Paulo, a prefeitura criou um modelo de república jovem, que absorve jovens de 18 a 21 anos, vindos de entidades de acolhimento. Uma alternativa para os que não têm ou não querem ter laços com a família e também não conseguem se manter imediatamente. É em São Paulo também que existe uma ONG criada para auxiliar os adolescentes que estão para sair. A psicóloga Mahyra Costivelli, coordenadora do Grupo Nós, Instituto Fazendo História, diz acreditar que ninguém aos 18 anos está totalmente preparado para uma vida autônoma.  “Então, eu acho que é um desafio pra eles. Eles conhecem pouco de si, da cidade, estão com medo. Além disso, existem poucas políticas no Brasil que atendem esses meninos, esses jovens que saem do serviço de acolhimento. É uma necessidade que a gente vê, do reconhecimento desse público como um público especifico, que precisa de um olhar específico. O grupo Nós, por exemplo, procura envolver os adolescentes em todas as ações”.

 

Fonte: GloboNews – Documentário mostra jovens que viveram em abrigos até os 18 anos

Uma Família de Dois (2016)

Samuel (Omar Sy) nunca foi de ter muitas responsabilidades. Levando uma vida tranquila ao lado das pessoas que ama no litoral sul da França, ele vê tudo mudar com a chegada inesperada de uma bebê de poucos meses chamada Glória, sua filha. Incapaz de cuidar da criança, ele corre para Londres a fim de encontrar a mãe biológica, mas, sem sucesso, decide criá-la sozinho. Oito anos depois, quando Samuel e Glória se tornam inseparáveis, a mãe retorna para recuperar a menina.

Título original Demain Tout Commence
Distribuidor PARIS FILMES
Ano de produção 2016
Não recomendado para menores de 12 anos

TARZAN (1999)

Após um acidente no mar, que causa o naufrágio de um navio na costa da África, um casal inglês acha um modo de ir até a praia com o filho deles, um recém-nascido. Entretanto, os pais são mortos por um leopardo, enquanto que o bebê fica entregue a própria sorte. A criança é achada por uma gorila, Kala (Glenn Close), a companheira de Kerchak (Lance Henriksen), o líder da tribo de macacos. Kerchak é surpreendido pela criança abandonada e quer que ela seja deixada na selva. Por outro lado a natureza materna de Kala é tocada, para não mencionar as suas recordações por ter perdido a própria cria. Kala e Kerchak ficam com o bebê e lhe dão o nome de Tarzan, que é criado junto com os outros macacos. Tarzan cresce até se tornar adulto, até que sua vida é mudada para sempre com a chegada de Archimedes Q. Porter (Nigel Hawthorne), um explorador, juntamente com Jane Porter (Minnie Driver), sua filha, e Clayton (Brian Blessed), um caçador que está servindo de guia. Archimedes e Jane foram até a África para estudar a vida selvagem em seu habitat natural, embora Clayton prefira aprisionar o maior número possível de gorilas, pois cada um vale trezentas libras. Quando os exploradores encontram Tarzan eles pensam no princípio que descobriram o elo perdido, mas logo percebem que ele é tão humano quanto eles. Tarzan se vê dividido entre o desejo de estar com gente da sua espécie, além das emoções novas e pouco conhecidas que sente em relação a Jane, e a lealdade dele para a família de gorilas que o criou, especialmente quando Clayton não vê os macacos como amigos mas sim como presas.

Destino de Uma Vida (1995) – Filme

Destino de Uma Vida (1995)

Khaila (Halle Berry), uma viciada negra, deixa o filho recém-nascido em uma caixa de papelão enquanto vai se drogar. Neste meio tempo a criança quase morre ao ser jogada em um caminhão de lixo, mas acaba sendo levada para um hospital, onde é salva e adotada por Margaret (Jessica Lange), uma assistente social branca que passa a criar a criança com todo o carinho, como se fosse seu filho. Porém, anos depois a mãe biológica descobre o paradeiro da criança e decide recuperar legalmente a posse do menino.

Cor da Pele: Mel – Sugestão de Filme

Adoção internacional, amor e arte são os temas desse documentário emocionante.

Este documentário autobiográfico misto de animação, conta a história de Jung (que é também o diretor e animador do filme) e sua história de adoção.
O menino coreano, adotado por uma família belga aos 5 anos, narra todas as dificuldades que teve ao mudar de vida, perder suas raízes asiáticas e desaprender seu idioma natal, além dos conflitos diários na nova família e o que não ficou resolvido no passado.
O filme menciona também que seria uma “moda” na época adotar órfãos coreanos vindos de famílias vítimas da Guerra da Coréia. O narrador inclusive cita que ter um coreano em casa era como se fosse o carro do ano, e que inclusive foi devolvido por ter uma marca na face pela primeira família que passou.
São essas reflexões, com um roteiro e arte de primeira que fazem com que o filme seja uma experiência única pensarmos o quão profundo pode ser um rompimento de laços ou a falta de informação sobre nosso passado.

Vale a pena assistir!

Ficha técnica: Cor da Pele: Mel
Título Original: Coleur de Peau: Miel
Ano: 2012
Diretores: Laurent Boileau, Jung
Escritores: Laurent Boileau, Jung

Assista o trailer:

Fonte: ELO – Organização de Apoio à ADOÇÃO: Cor da Pele: Mel – Sugestão de Filme

Destinos Ligados (2009) – Filme

 

Quando ela tinha 14 anos, Karen (Annette Bening) ficou grávida e deu a filha para adoção. A decisão de desistir de seu filha sempre a assombrava. Após a reunião com o descontraído Paco (Jimmy Smits), Karen permite sua ansiedade e desconfiança para obter o melhor dela. Ela gradualmente acalma sua ansiedade por meio da relação com Paco.
A filha de Karen, Elizabeth (Naomi Watts), cresce para ser solitária, intencional, e dura de coração. Ela é contratada como advogada em um escritório de advocacia de prestígio liderado por Paul (Samuel L. Jackson). Eles têm um caso, e ela fica grávida. Ela sai sem informar Paul do seu estado, e se muda para um novo apartamento e um novo emprego. Ela deposita uma carta para sua mãe biológica na organização que organizou a adoção.
Lucy (Kerry Washington) é uma padeira que deseja ser mãe, mas não pode ter seus próprios filhos. Ela e seu marido, Joseph (David Ramsey), entram em contato com a mesma agência de adoção e se reúnem com a futura mãe. Depois de um período prolongado de entrevista, a mãe concorda em dar ao casal seu bebê, mas muda de idéia depois de dar à luz. Lucy fica arrasada.
Elizabeth morre ao dar à luz seu filho. Como ninguém se adianta para reivindicar o bebê, Lucy adotá-la. Um ano depois, Karen descobre sobre a morte e a carta de Elizabeth, que informa que ela tem uma neta chamada Ella. Ela conhece a menina e Lucy, que vivem no seu bairro.

Patrik 1.5 (2008)

Patrik 1.5 (2008)

Um casal gay sueco tenta adotar um filho. Depois de muitas dificuldades eles recebem a notícia de que foram aprovados. Só que ao invés de uma criança de um ano e meio, quem chega à casa deles é Patrik, um adolescente de 15 anos homofóbico e delinqüente.

Ensinando a Viver – Filme

David Gordon (John Cusack), é um popular escritor de ficção científica, que perdeu sua esposa Maria quando eles estavam prestes a adotar uma criança. Dois anos mais tarde, David retoma os planos que tinha com a falecida esposa e, enquanto aguarda para adotar uma criança, acaba se deparando com com um garoto chamado Dennis (Bobby Coleman). Socialmente desajeitado, Dennis acredita ter vindo de Marte. Cheio de hábitos peculiares, o garoto só vai ao ar livre quando sob a tampa de uma caixa grande para bloquear os raios nocivos do sol. Ele também usa um cinto com pesos, para contrabalançar a fraca gravidade da Terra.
Embora inicialmente hesitantes em adotar um menino sozinho, David reconhece que uma parte dele de Dennis e lentamente persuade-o para fora da caixa e em sua casa.
Com a ajuda da amiga Harlee (Amanda Peet) e de sua irmã Liz (interpretada por Joan Cusack, irmã do ator John Cusack na vida real ), David e Dennis começar um árduo processo de aprendizagem sobre o outro. As manias de Dennis, como tirar fotografias incessantemente ou só comer o cereal Lucky Charms acabam conquistando David e os dois acabam construindo uma relação de pai e filho.
Fonte: AdoroCinema
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