Criando e Educando Filhos Adotivos – Luiz Schettini Filho

Adotar um filho significa assumir uma trajetória específica para concretizar uma filiação e constituição familiar. É um processo que abrange integralmente a pessoa em sua subjetividade, fundamentando-se em conteúdos racionais e emocionais. É uma decisão de ordem existencial, e como tal, requer uma vivência internalizada do projeto adotivo.

Do ponto de vista concreto e objetivo, a adoção é apenas uma forma diferente de se ter filhos, que não difere da filiação biológica no processo de criá-los e educá-los. Entretanto, se, por um lado, é um caminho possível, por outro, existem peculiaridades que fazem parte deste contexto, que não podem ser desconsideradas.

Ao nos oferecer “Pedagogia da Adoção”, o autor preenche uma lacuna bibliográfica importante. Com sua natural sensibilidade de pai adotivo, acrescida da sabedoria construída ao longo de quarenta anos de prática clínica psicológica, vasculha todos os meandros do processo adotivo, debruçando-se sobre as singularidades dessa trajetória.

Engana-se o leitor que pensa encontrar aqui uma apologia à adoção. O autor, com muita propriedade, trata de questões básicas sobre a adoção de filhos, mas, também, corajosamente, aborda assuntos doloridos e contundentes, tais como “A impotência e a filiação adotiva”, “As virtudes e defeitos do filho adotivo”, “As dores e os prazeres da adoção”, entre outros. São reflexões importantes que gravitam em torno do enfoque central, a criação e a educação de filhos adotivos na sua forma incomum de inserção nas relações parentais. A abordagem, num enfoque psicológico e pedagógico, pretende oferecer alternativas de convivência familiar dentro de um contexto educacional adequado.

Ao longo de suas considerações sobre a singularidade da filiação adotiva, o autor refere-se à similitude como indicador da diferença, ou seja, os filhos adotivos, como todos os filhos, percorrem o caminho da semelhança e, por isso, são também marcados por suas diferenças. No caso dos adotivos, a sua diferença histórica não deverá ser relacionada com estados de insuficiência ou de deficiência.

Em “Pedagogia da Adoção”, o autor nos ensina a delicadeza dos processos pedagógicos. Não existe uma pedagogia fixa e imutável aplicada a pessoas que, por sua natureza, são singulares. Há, sim, pedagogias, que levam em conta não somente as marcas das diferenças como também os momentos individuais de desenvolvimento. As pedagogias são ações artesanais e o espaço pedagógico é construído nas interações do cotidiano. É na relação com os filhos que são identificadas as estratégias adequadas a cada um deles, sendo as mesmas resultantes da nossa forma amorosa de convivência. Nas palavras de Schettini, “criar e educar sem amor e ternura é como tentar uma cirurgia sem os necessários anestésicos. Chamaríamos a isso de violência educativa”.

Suzana Sofia Moeller Schettini
Mestre em Psicologia Clínica

 

FICHA TÉCNICA

Autor(es): Luiz Schettini Filho

ISBN v. impressa: 978853626874-3

ISBN v. digital: 978853626928-3

Edição/Tiragem: 3ª Edição

Acabamento: Brochura

Número de páginas: 94

Publicado em: 23/05/2017

Área(s): Literatura e Cultura – Adoção; Psicologia – Família e Adoção

Fonte: Juruá Editora – Pedagogia da Adoção – Criando e Educando Filhos Adotivos – 3ª Edição, Luiz Schettini Filho

Nino e a Casa dos Meninos Invisíveis – Por Savio Bittencourt

NINO era um menino muito feliz que vivia na Rua Margarida, numa Cidade nem um pouco distante daqui. NINO tinha um pincel mágico, mas não contava para ninguém! A Rua Margarida era muito colorida. As crianças brincavam depois da aula …era bola, pular corda, esconde-esconde, garrafão, amarelinha…ufa! Depois todo mundo ia tomar banho e jantar, cada um na sua casa. NINO tinha muitos amigos e todos viviam bem contentes com suas famílias …cada família tinha um jeitão diferente! NINO tinha pai, mãe e irmãozinho…

BADÚ, amigão de NINO, jogava bola como ninguém e morava só com sua mãe… PÉZÃO, que gostava de contar piadas e ria delas mais que todo mundo, vivia com seu pai, que era casa do com a mãe de LUCINHA… PÉZÃO E LUCINHA se gostavam muito, mas brigavam muito…tanto, tanto…que todo mundo achava que eles eram irmãos… E o PINDUCA? Adorava subir em árvores e morava com seus dois pais…

Que viviam juntos e eram felizes. Na colorida Rua Margarida, tanta gente vivia, cada um da sua maneira, criando a criançada com afeto e com cuidado! Só tinha uma casinha que não era colorida! Era cinza, meio escura, esquisitona… Contaram para o NINO que aquela era a casa dos meninos que não tinham família… e que moravam lá porque os adultos tinham problemas… mas NINO não entendeu muito não.

Os meninos daquela casa ficavam … ficavam… e ficavam lá … até não serem mais meninos!!!! NINO ficou espantado! Ele não sabia que as crianças podiam ser colocadas numa casa sem família não… E pensou… se uma família não cria deve existir outra família para criar com carinho aqueles meninos!!!! E pensou…mas nessa casa ninguém vê os meninos que moram lá…isso… esta é a CASA DOS MENINOS INVISÍVEIS!!!!

E NINO teve uma ideia! Lembrou do seu pincel mágico e chamou todo mundo da Rua Margarida, gente grande e criança, para fazer um grande plano! No sábado seguinte a Rua Margarida acordou barulhenta… a turma toda, gente grande junto com criança…todo mundo com tinta e pincel… pintando a CASA DOS MENINOS INVISÍVEIS! Todas as famílias, cada uma do seu jeitão, entraram naquela casa, pintando de alegria suas paredes… E brincaram com os meninos…que não eram invisíveis…só queriam ser vistos…

A casa ficou toda colorida e os portões que viviam fechados passaram a ficar abertos…todos os dias… Os meninos que eram invisíveis agora tinham nome: João, Pedro, José, Antonio, Marcos… eram também meninos de bola, esconde-esconde, garrafão, ufa!
Eles queriam ser amados… NINO e seus amigos fizeram uma grande festa para os novos amigos…e toda a cidade ouviu falar da pintura da CASA DOS MENINOS INVISÍVEIS, que já não eram mais invisíveis! Em pouco tempo muitas pessoas apareceram para serem famílias novas para aqueles meninos…

E cada um encontrou uma família… Cada uma com seu jeitão… Todas com muito afeto… E até hoje tem uma festa na Rua Margarida, todo ano… Para lembrar o dia que um menino chamado NINO… Coloriu a vida dos outros meninos… Com seu pincel mágico chamado AMOR!

Nino

 

Fonte: Nino e a Casa dos Meninos Invisíveis – O Estado CE

ADOTE COM CARINHO – Livro

ADOTE COM CARINHO
UM MANUAL SOBRE ASPECTOS ESSENCIAIS DA ADOÇÃO
Autor: WEBER, LIDIA
Editora: JURUA EDITORA

  • Ano: 2011

 

‘Adote com Carinho – um manual sobre aspectos essenciais da adoção’ pretende ser um instrumento a ser utilizado por pessoas que têm um projeto de adoção, por pais e filhos de famílias por adoção, por profissionais de equipes técnicas de Juizados e por membros de Grupos de Apoio que realizam a preparação de adotantes, por estudantes e pesquisadores, e por todas as pessoas que têm o desejo de conhecer um pouco mais o universo da adoção.

Adoção Tardia – Livro

ADOÇÃO TARDIA

Da Família Sonhada à Família Possível
Vargas, Marlizete Maldonado

A adoção de crianças, que passam a ser filhos de verdade, a integrar novas famílias, é uma questão que não interessa apenas aos protagonistas do processo, mas, em última instância, a toda uma sociedade. Afinal, o que é um povo onde seus filhos não chegam a ser assumidos em um seio de afeto real, onde possam enriquecer essa comunidade com sua presença? Foi por esse tema que enveredou Marlizete, verdadeiramente, como mediadora de um amor grande no qual ela acredita. Tive o privilégio de acompanhá-la no caminho de onde nasceu esse livro: histórias de um amor que se constrói.

CONVERSANDO COM CRIANÇAS SOBRE ADOÇÃO

Autor: Solon, Lilian Almeida Guimarães
Editora: Casa do Psicólogo
Ano: 2009
O livro aborda a temática da adoção a partir do lugar das crianças, configurando-se como uma séria reflexão sobre a importância de ouvi-las. Elas pensam, têm sentimentos, dúvidas e são capazes de conversar sobre sua vida. Daí a necessidade de oferecer-lhes oportunidades para conversarem sobre suas experiências. Ao falar sobre seu processo de adoção, elas podem aprender sobre si e construir suas histórias de vida.

7 livros infantis para conversar com as crianças sobre adoção

Se procurarmos a definição de ‘família’ no dicionário, uma das acepções mais comuns é “Conjunto de pessoas que vivem sob o mesmo teto”. Enquanto a razão tenta explicar, a emoção desconfia: será que é só isso? Definitivamente, não. Podemos encontrar classificações mais fiéis à grandeza do que a família é e pode ser em muitos lugares: a literatura é um deles. É onde podemos olhar o assunto de longe, na pele de outros como nós, e viver as suas dúvidas como se fossem as nossas próprias.

E quando o assunto é composição familiar, o tema “adoção” é um dos mais sensíveis e delicados de tratar com os pequenos. Pensando nisso, o Catraquinha fez um apanhado de histórias que desconstroem o conceito tradicional de “família” – afinal, que importa quem é quem se o gostar é o que une? – e nos lembram que o afeto ainda é o denominador comum de todas elas, importando pouco ou quase nada os vínculos genéticos.

1. “É proibido falar disso”, George Schlesinger e Bruna Assis Brasil (Companhia das Letrinhas)

O tabu em torno do assunto aparece no próprio título do livro, e é vencido aos poucos pela protagonista da história.

Créditos: Divulgação

O tabu em torno do assunto aparece no próprio título do livro, e é vencido aos poucos pela protagonista da história.

O título deste livro indica os tabus que muitas vezes cercam o tema. A narrativa gira em torno da pequena Ruth, de seis anos, que vive querendo saber sobre a história da irmã adotiva e recebe dos pais silêncio e mistério. Então, com a ajuda do amigo Dudi, ela consegue ultrapassar o muro colocado entre ela e o tema da adoção, e entender que a história da irmã em sua família original marcou a sua própria história de uma forma que ela nunca poderia esperar. Uma narrativa de aventura, imaginação solta e

2. “O irmão que veio de longe”, Moacyr Scliar e Cárcamo (Companhia das Letrinhas)

E se um dia um grupo de três irmãos descobre que tem um irmão desconhecido vivendo no meio da floresta amazônica? E se a mãe deles decide, do dia para a noite, acolher o pequeno – que acabou de tornar orfão de pai e mãe -, em casa? É em torno dessa reviravolta que poderia ser um grande tabu na vida das crianças que gira este livro. O pai das crianças, Carlos, era indigenista e morre de forma precoce, deixando o filho Carlinhos, um pequeno índio que teve anos atrás com uma índia amazonense. O livro traz não só a tema sensível da adoção e seus desdobramentos, mas também as diferenças culturais e o valor da tolerância no acolhimento do novo – seja ela uma situação, uma descoberta ou uma pessoa que chega.

3. “Flavia e o bolo de chocolate”, Miriam Leitão e Bruna Assis Brasil (Editora Rocco)

A família da personagem enfrente o preconceito não só por conta da adoção.

Créditos: Reprodução/Bruna Assis Brasil

A família da personagem enfrente o preconceito não só por conta da adoção.

Escrito pela jornalista Miriam Leitão, o livro apresenta os dilemas da pequena Flavia sobre o por que de sua pele ser marrão e tão diferente da pele branca da mãe. Na história, a questão da adoção aparece junto a outro tema de importância crucial: a diversidade racial. Como sensibilizar a pequena Clara sobre as diferenças e como elas podem unir as pessoas? Com sensibilidade, as ilustrações de Bruna Assis Brasil guiam o leitor por uma jornada de autoaceitação e descoberta do amor.

4. “Então você chegou… e a família ficou completa!”, Anette Hildebrandt e Almud Kunert (Companhia das Letrinhas)

Publicado no Brasil em 2006, este livro traz a história de Lisa, uma menina que adora desenhar e jogar memória com a mãe. Porém, sua brincadeira favorita de verdade é ouvir a sua própria história. É no fim do dia, quando os pais já terminaram suas obrigações, a luz está baixa e todos podem se reunir para ouvir, mais uma vez, a história de como Lisa chegou à família. Mais do que uma narrativa sobre adoção, o livro traz, com sensibilidade e cuidado, uma fábula sobre o poder do afeto.

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5. “Aos Olhos do Mar”, Cristiane Tavares e Chris Mazzotta (Editora MOV Palavras)

Uma narrativa poética que trabalha o assunto no campo do simbólico e da linguagem poética.

Créditos: Reprodução/MOV Palavras

Uma narrativa poética que trabalha o assunto no campo do simbólico e da linguagem poética.

Misto de autobiografia e ficção, “Aos olhos do mar”, de Cristiane Tavares propõe uma narrativa poética minada de simbologias e linguagem metafórica. Na história, duas aldeias são separadas pelo mar, “de Cá” e “de Lá”: uma é habita só por crianças e outra só por adultos. Então, depois de uma forte tempestade agitar tudo, um encontro inesperado acontece. As ilustrações, com uma proposta semelhante à da ilusão de ótica, sugerem ao leitor os limites borrados entre um lado e outro, e o tema da adoção aparece de forma sutil, em meio a esse universo, mostrando que misturar o conhecido e o desconhecido às vezes é essencial para entender (e sentir) as coisas.

6. “Ganhei uma menina” – Tereza Yamashita e Luiz Bras (Editora Scipione)

A configuração da família desse livro é tão diferente que o cachorro Quiuí tem um casal de estimação, o Pedro e a Paula. Até que um dia, a família resolve crescer e o cãozinho ganha um presente inesperado, Érica, uma menina muito esperta. Com um texto e ilustrações bem-humoradas, o livro provoca a pensar: quem decide afinal quem é quem em uma família? O rumo da história leva o leitor a refletir sobre identidade e a complexidade das relações humanas.

7. “Drufs”, Eva Furnari (editora Moderna)

Filhos adotivos, emprestados, temporários. Tudo isso é possível na história que Eva Furnari criou para dizer de um jeito divertido que família é aquilo é que tudo igual e diferente ao mesmo tempo.

Créditos: Divulgação

Filhos adotivos, emprestados, temporários. Tudo isso é possível na história que Eva Furnari criou para dizer de um jeito divertido que família é aquilo é que tudo igual e diferente ao mesmo tempo.

A escritora e ilustradora Eva Furnari é um dos maiores nomes da literatura feita para crianças no Brasil, e o reconhecimento não é à toa. Eva é criadora de alguns dos personagens que mais marcaram época desconstruindo estereótipos, como a bruxinha Zelda. Em seu livro mais recente, não seria diferente. “Drufs” é uma grande brincadeira com o que se entende hoje em dia por “família”. Aqui, os pequenos são apresentados às mais diferentes composições familiares, e para desviar do didatismo que o assunto pode inspirar, a autora usa o humor. “Os Drufs são seres parecidos com a gente, só que menores”, ela brinca, já com o intuito de despertar a empatia e o reconhecimento nos pequenos leitores.

Aqui, são as próprias crianças que contam como são suas famílias: Família Padoca, Família Ui, Família Gorrinho. O que será que elas têm de comum e diferente? “Minha família tem três pessoas, contando eu e descontando meu pai, que já morreu. No ano que vem vai ter quatro pessoas de novo, porque a minha prima do interior vem morar com a gente”, diz o trecho que conta como são as coisas na Família Zum. Um livro para desconstruir ideias prontas e lembrar que a diferente é o denominador comum daqueles que decidem viver juntos.

Fonte: 7 livros infantis para conversar com as crianças sobre adoção

ADOÇÃO E A PREPARAÇÃO DE PRETENDENTES – LIVRO

 

Autor: SOUZA, HALIA PAULIV DE

Editora: Juruá

Ano: 2012

A presente obra foi elaborada para se pensar na necessária preparação dos pretendentes à adoção, tendo como ponto de partida as questões e dúvidas que os próprios postulantes apresentam nos grupos. Lembramos que, antes de vivermos a família, teremos que estar prontos para assumir as alegrias e os compromissos que os filhos nos trazem, sejam eles consanguíneos ou adotivos. O planejamento para a maternidade/paternidade exige preparação para sabermos usar nossos conhecimentos em prol da felicidade familiar.

AMOR SEM PRECONCEITO – DICA DE LIVRO

Amor Sem Preconceito
Gerhardt, Rafael 
Quadros, Lucimar
Gomes, Tatiana
O livro “Amor Sem Preconceito – uma história de amor um pouco diferente”, conta a trajetória da adoção do menino João Vitor Quadros Gerhardt, filho do casal homoafetivo Lucimar Quadros e Rafael Gerhardt, que vive junto há mais de 20 anos. Escrito pela jornalista Tatiana Gomes junto com o casal, o livro relata o processo de adoção de João Vitor por meio de uma decisão judicial inédita no município gaúcho de Gravataí. Aborda, também, a concessão de licença maternidade de 120 dias para Lucimar, determinação pioneira que teve repercussão nacional e internacional. Os capítulos ricamente ilustrados com fotos de momentos marcantes apresentam o depoimento das pessoas envolvidas no processo que foram fundamentais na formação desta família. Começando pelo dia inesquecível em que João Vitor literalmente escolheu seus pais no Fórum de Gravataí. Destaca-se a agilidade e a eficiência da Juíza e das assistentes sociais no fórum, a chegada em casa, as primeiras fraldas e mamadeiras, a rotina da família, os dindos, a escolinha e os momentos marcantes e inusitados. Dados sobre adoção homoafetiva em outros países, e as repercussões nos veículos de comunicação do Brasil e do exterior também fazem parte do livro. Em capítulo especial, será detalhada a festa espetacular de comemoração do triplo aniversário: 5 anos de João Vitor, 40 anos de Rafael, 50 anos de Lucimar e também 20 anos de feliz união do casal que foi marcado pela emocionante celebração do casamento surpresa de Rafael e Lucimar. Uma história marcante, bonita, real e emocionante – que fará a diferença na vida de quem a conhecer. Com uma linguagem objetiva e de leitura rápida, o livro enaltece o amor, os valores éticos, o respeito à vida e às diferenças. Numa época de mudanças de paradigmas, de conceitos e de novos formatos de famílias, mostra a garra, a coragem, a luta e a persistência de Lucimar e Rafael durante o processo de adoção. Eles nunca deixaram de acreditar nos seus sonhos – e ter um filho era um deles. Com o doce sabor da conquista, o casal compartilha a vida com muita alegria, felicidade, harmonia, respeito, cumplicidade e principalmente AMOR.

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